Juliano Alves - Design e Tecnologia

Produtividade: visão do futuro

Visão de futuro de acordo com a Microsoft:

Fantástico.

National Geographic inova em experiência com realidade aumentada

Esse vídeo mostra como o uso da realidade aumentada, ou misturada se você preferir, pode criar experiências ricas, interativas e divertidas. Simplesmente fantástico.

Via Brainstorm9.

Sete dicas para ter boas ideias

Seguindo a linha de pensamento de Steve Johnson, esse vídeo da Revista Época mostra rapidamente dicas para termos boas ideias.

Abraços.

De onde vêm as boas ideias

Vídeo super legal onde Steven Johnson, um grande pensador da cultura digital no mundo, responde de onde vêm as boas ideias.

Abraços!

O que é o Tumblr?

Esse vídeo do olhar digital ajuda a explicar o que é esse fenômeno. Assista.

Abraços

HTML5: O braço forte dos criadores de conteúdo

HTML5

O HTML5 é a próxima geração da linguagem HTML. Mesmo sem estar totalmente implementada já encontra-se num estágio considerável o suficiente para prover os tipos de conteúdo mais comumente veiculados na web como áudio, vídeo, jogos (sem a necessidade de plug-ins com flash ou silverligth).

A ideia a linguagem é padronizar o máximo possível a apresentação das aplicações em diferente browsers. Isso é ótimo para desenvolvedores que não precisarão criar para várias plataformas, como na famigerada ‘Guerra dos browsers‘ e excelente também para as pessoas que acessam o conteúdo, independente da plataforma utilizada, pois terão uma experiência muito parecida seja usando Chrome, IE ou FF.

Pois bem, o HTML5 vem sendo notícia recentemente, aqui e aqui, por apresentar-se como uma poderosa ferramenta para provedores de conteúdo contra a voracidade de empresas como a Apple na cobrança de taxas em torno de 30% para veicular o conteúdo em suas lojas online. O Financial Times criou o apps.ft.com feito em HTML5 e disponibilizou via browser, contornando assim a loja da Apple. E tem incentivado os seus leitores a acessar a versão browser ao invés de comprar o aplicativo.

(Imagem: Joel Silva/Folhapress)

Esse revés é uma boa notícia para a web, pois promete preservar o seu caráter indendente e democrático. Em setembro de 2010 a revista Wired (imagem abaixo) chegou a noticiar que a web estava morta tamanho crescimento da venda de Apps para acessar conteúdo online. Essa realidade pode estar mudando neste exato momento. A história está sendo construída e essa batalha promete ser apenas o início.

Revista Wired Web Dead

Grande abraço.

Google usa vídeo com repentitas para promover o Google Instant no Brasil

Num vídeo super bacana e criativo o Google usou ‘dois cabra de Pernambuco’, os repentistas Caju e Castanha, para divulgar o serviço Google Instant Search ao Brasil.

O resultado é no mínimo cuirioso. E muito engraçado também.

 

Programe seus tweets e ‘Não durma nunca’. Via Twuffer

Programe seus twitters

Esse site, ainda em estágio BETA, é uma ferramenta muito interessante que nos permite programar os nossos tweets. Pode ser útil para quando precisarmos nos comunicar com pessoas que costumam estar online em diferentes horários que os nossos ou (essa opção é legal) para passarmos a impressão de que nunca dormimos.

Para tanto basta fazer um cadastro no site via conta do Twitter.

Comece também a ‘passar as noites em claro’, acesse: www.twuffer.com.

Via: Folha online, coluna de José Antonio Ramalho (@joseramalho).

Abraços

José Antonio RamalhoJ

Necessidade, criatividade e uma comunicação eficaz

O trecho do texto de Jon Steel retirado do livro “A Arte do Planejamento” , compartilhado por Ana Erthal que ministrou o curso ‘Plano de Comunicação’ do iMastersPro,  é baseado na tragédia social que é a vida de mendigos de grandes cidades. O texto retrata como essas pessoas tentam driblar fatores como preconceito e discriminação através de simples, mas impactantes cartazes.

As duas imagens abaixo podem ser acrescentadas ao texto, reforçando o que o autor nos conta sobre as estratégias usadas pelos mendigos para tentar sensibilizar as pessoas que passam por eles.

Sei que publicar algo assim não vai mudar a vida dessas pessoas, quero apenas ilustrar como uma necessidade nos leva a tentar soluções criativas, inusitadas e bem humoradas se levarmos em consideração a triste realidade da vida de alguém que depende de doações para se alimentar.

 

Vamos ao texto de Jon Steel então:

“Nas grandes cidades, como São Francisco, uma das formas predominantes de comunicação, é, infelizmente, os cartazes que os mendigos expõem para atrair os passantes. Você já deve ter visto um cartaz desses e é uma comunicação poderosa.

“Trabalho por comida” funciona em diversos níveis diferentes, começando pelo pressuposto de que os transeuntes sabem que a pessoa que está segurando o cartaz é um sem teto. Isso, isoladamente, já dá por certo o fato de o transeunte ser dotado de certa inteligência. Em seguida, o cartaz segue fazendo uso de um preconceito popular que supõe que todos os mendigos e sem-teto são pessoas preguiçosas, isto é, não fazem nada e estão nas ruas simplesmente porque não estão interessadas em trabalhar pra viver. “Trabalho por comida” quer dizer: “Ei, eu não quero só esmola. Estou disposto a trabalhar e sair dessa confusão”. E a natureza da confusão não se resume apenas a ser um sem-teto. Ela abrange a fome. É por isso que ela está pedindo ajuda; porque precisa comer e não tem dinheiro pra comprar comida. A menção à comida também aborda outro preconceito: qualquer dinheiro dado a um mendigo será gasto integralmente em cigarros , bebidas alcoólicas ou drogas. É incrível se dar conta de quantos significados podem estar contidos em três palavrinhas. Trata-se de um grande exemplo de alguém que descobriu os pontos sensíveis das pessoas que deseja influenciar, em vez de passar uma mensagem pensando apenas em si.
Agora imagine por um momento como poderia ser o cartaz de um mendigo se o autor da frase pertencesse à escola newtoniana de publicidade. Lembre-se de que, nesta escola, a criatividade é uma distração desnecessária do trabalho real de vender e a missão da propaganda é simplesmente dizer às pessoas o que se deseja sem que elas pensem.

Sou um sem-teto. Preciso de dinheiro.

É um bom começo para um cientista e explicita claramente o problema e a necessidade e deixa perfeitamente claro para os transeuntes o que se espera deles. Mas não para o diretor de pesquisa newtoniano, que vai achar que a frase não está suficientemente específica. As pessoas que lerem o cartaz na rua põem até se compadecer da situação de quem o está segurando, mas talvez não fique claro o que se espera delas. Isso poderia ser resolvido com a simples complementação de uma palavra que daria um certo “foco” à comunicação:

Sou um sem-teto. Preciso do seu dinheiro.

Mesmo assim, ainda falta alguma coisa. O texto volta para ser refeito, porque apesar da comunicação estar clara, os índices de persuasão estão perigosamente baixos. Onde está o chamado para a ação? Onde está o sentido de urgência? Talvez o acrescimento de mais uma palavra ajude.

Sou um sem-teto. Preciso do seu dinheiro agora.


Certo. Assim, os transeuntes não terão a menor dúvida a respeito da situação ou da resposta desejada. Todavia, a frase tem um tom de ordem, não há menção a nada sendo oferecido em troca de dinheiro, e permanece a suspeita de que qualquer dinheiro doado acabe sendo gasto em bebida vagabunda, cigarros baratos ou com crack. Isso, por sua vez, levanta uma questão: esse tipo de preconceito pode ser abordado diretamente? Porque, nesse caso, talvez seja necessária uma abordagem de natureza mais artística.

Não fumante. Abstêmio. Desmaio só de ver a agulha.
Sem dúvida é bem charmoso, e as palavras deixam entrever um pouco do caráter e da personalidade de quem está segurando o cartaz. Mas ainda não é suficiente para superar a percepção de que a pessoa está mendigando quando deveria estar trabalhando. E talvez seja forçando a barra um pouco demais. Quando levanta a questão dos cigarros, do álcool e das drogas diretamente, talvez esteja se concentrando apenas nos aspectos negativos e, de certa forma, deixa entrever uma certa falta de segurança. Provavelmente é necessária uma abordagem mais confiante e direta.

Dê e pronto.

Todos esses exemplos são soluções viáveis, mas nenhum se comunica em tantos níveis quanto “Trabalho por comida”. No entanto, apesar da mensagem “trabalho por comida” ser claramente a solução mais interessante para compor os cartazes dos sem-teto em São Francisco, ela está sendo usada em demasia e, consequentemente, perdeu muito da sua força.
Quero concluir com mais dois exemplos de cartazes que vi nas ruas de São Francisco e que certamente se destacam por serem diferentes. Não seria exagero se eu dissesse que eles se comunicam ao estilo Howaed Gossage, usando honestidade e humor para desarmar e, no mínimo, tentando melhorar o ambiente e a publicidade da rua com a oferta de um pouco de diversão. Ambos supõem um nível de inteligência e de compreensão por parte dos transeuntes. Eles sabem que nós sabemos que eles não têm onde morar e concluem que sabemos o que eles querem. Assim, apenas usam uma espécie de psicologia às avessas para chegar lá. Um cartaz na Broadway dizia:

Pra que mentir? Preciso de uma cerveja.
No entanto, uma semana depois, um homem diferente, com um cartaz diferente, em outro ponto da cidade, chamou minha atenção. O homem com um cartaz era nitidamente um mendigo e sua aparência não sugeria que a situação que enfrentava era mais ou menos afortunada que a dos seus colegas de rua. Ele não estava tocando um instrumento nem usando um gato ou cachorro para atrair compaixão, como tantos fazem hoje. Em vez disso, estava simplesmente de pé na calçada, segurando um típico cartaz de palavras grosseiramente escritas num papelão pardo. Mas as palavras não tinham nada se comum:
Preciso de combustível para o jatinho.
A mente humana é uma coisa irracional, que às vezes é afetada de maneiras inexplicáveis. No exato instante em que eu sorri, estabeleceu-se uma sincronia irreversível entre nós. Eu dei a ele 5 libras e lhe desejei uma boa viagem.” (Arte do Planejamento de 32 a 35).

 

Abraços

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Fonte de inspiração e criatividade

Sabemos da importância que a escolha de uma fonte representa para qualquer trabalho que deseja ser no mínino respeitoso com os seus leitores. Sabemos também que as fontes podem ser empregadas como um grande diferencial em um layout, enriquecendo-o a ponto de serem o grande destaque da peça.

Reuni abaixo algumas criações que colocaram, e muito bem, as fontes no centro do trabalho. E de forma muito criativa nos presenteando com imagens de encher os olhos:

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo outros exemplos do uso de fontes, dessa vez incorporando nas palavras a essência da ideia a ser transmitida. Incrivel e igualmente criativo.

Tenho estas imagens já algum tempo no meu computador e não tenho as fontes de onde as consegui. Se você souber, por favor, entre em contato: @julianoalvest.

Grande abraço